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O Waterfall não é Waterfall

Sim, é isso mesmo que você leu. O Waterfall que conhecemos hoje, cascata, tradicional, engessado, burocrático, resistente a mudanças, etc…, não era para ser bem assim. Não para aquele que chegaram a denominar como pai do modelo Waterfall.

Wiston W. Royce, foi um cientista computacional americano, e diretor da Lockheed Software Technology Center em Austin, Texas. A ele foi atribuído o papel de pai do modelo Waterfall, aparentemente por engano na interpretação de seu artigo “MANAGING THE DEVELOPMENT OF LARGE SOFTWARE SYSTEMS”.

Apesar de Royce descrever e ilustrar muito bem o fluxo Waterfall, neste mesmo artigo ele cita: “Eu acredito neste conceito, mas a implementação descrita acima é arriscada e convida ao fracasso.” (Royce, 1970). Ele ainda justifica essa observação, discorrendo sobre as diferenças de requisitos que são vivenciadas durante o desenvolvimento, e que acabam se comportando de maneiras diferentes daquelas analisadas e especificadas de início no projeto.

Assim, ou design, ou os requisitos do projeto, sempre teriam alterações consideráveis, obrigatoriamente. Tais alterações poderiam até mesmo provocar o retorno do projeto à sua estaca zero, podendo a chegar a uma elevação dos custos e tempo em 100% do que originalmente foi estimado.

Para contornar isso, Royce já inicia o seu artigo acreditando que duas fases são fundamentais no desenvolvimento de qualquer projeto de TI, independentemente do tamanho deste projeto, ou da necessidade de outras fases.

São elas: Análise, e Codificação. E ambas se retroalimentam, em um fluxo iterativo e incremental.Isso mesmo! Iterativo e incremental. Já leu ou ouviu isso antes em outro lugar?

Até mesmo Larman e Basili, dois grandes cientistas e doutores das ciências da computação, declaram (no artigo “Iterative and Incremental Development: A Brief History”) que foi um fato no mínimo irônico, que logo o artigo de Royce, que tratava de uma proposta de desenvolvimento iterativo, incremental e evolutivo, tenha influenciado o fluxo sequencial que conhecemos por Waterfall na gestão e desenvolvimento de projetos.

Sim, o que conhecemos hoje como modelos ágeis, já teve sua propulsão em 1970, por aquele que até então, se conhecia pelo próprio pai do modelo Waterfall.

Ou seja, há mais de 40 anos já se discutia a evolução do que hoje estamos conhecendo como modelos ágeis.

Acreditamos que a tecnologia deve proporcionar o melhor das relações humanas. Assim, divulgamos a agilidade, para um ambiente transformador e inovador, centrado no desenvolvimento das competências e mindsets dos profissionais de TI.

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