O que é o Management 3.0? Gestão mais ágil

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O que é o management 3.0 no dia-a-dia de uma gestão ágil afinal?

 

Hoje em dia, as empresas são ameaçadas com perturbações, e com a digitalização de produtos e serviços. Além de uma demanda como nunca vista.

Os problemas são mais complexos e deve haver uma maneira melhor em que as empresas são atendidas para superar esses obstáculos.

Antes de começarmos a falar sobre o Management 3.0, é necessário dar uma olhada rápida no problema que o Management 3.0 pretende abordar.

Antes de tudo, os projetos atendiam à presunção de que, além de estarem em um ambiente desafiador, era possível prever hábitos e padrões da melhor maneira possível. Por esse motivo, podíamos utilizar esse entendimento para “resolver” problemas no sistema.

 

Como as empresas tiveram de lidar com ainda mais complexidade e imprevisibilidade, acabou sendo difícil prever exatamente como mudanças podem, e certamente, influenciarão seus sistemas.

Assim, a gestão de projetos convencional é insuficiente. E os gestores já não são mais capazes de utilizar “métodos ideais de gerenciamento”.

Afinal, as gerações mudaram. O mercado muda constantemente. E as necessidades acompanham este ritmo frenético.

Ao mesmo tempo, os líderes de hoje também já não sabem bem como garantir o sucesso de seus projetos e serviços.

É natural ouvirmos de líderes e gestores questões como:

Mundo Vuca - Desde a década de 90 estudamos cenários e contextos complexos.

– Como lidar com as motivações de seus colaboradores nestes cenários?

– Como desenvolver um ambiente de trabalho propício nestes cenários de constantes mudanças?

– Como promover a alta performance, considerando diferentes personalidades e competências.

– Como mapear tanta diversidade de habilidades e competências?

– Como determinar a autonomia e colaboração necessária para manter a sinergia nas entregas de projetos e serviços?

– Como reduzimos o enorme turnover, mesmo em ambientes de extrema insatisfação?

– E como podemos satisfazer nossos clientes diante de tantas dúvidas e incertezas?

 

São estas e muitas outras questões que responderemos a seguir 😊

 

Teoria x Prática do que é o management 3.0

Há muitos modelos e teorias sobre gestão. Mas prática... já é outra história.

Há muitos modelos e teorias sobre gestão. Mas prática… já é outra história.

 

 

Há uma grande variedade de versões de gestão e conceitos disponíveis.

E claro, todos eles soam maravilhosamente bem.

Mas o problema é que existe uma grande quantidade de conceito, que não entendemos como aplicar em termos razoáveis.

Por exemplo, o que você pode fazer de fato em uma segunda-feira, à tarde, para que sua equipe performe muito melhor em seu trabalho?

Na prática, as pessoas exigem sugestões viáveis. Pontos que elas podem começar a fazer após a semana. Dessa forma, é aí que o Management 3.0 entra.

 

Management 3.0 – A origem

 

Há alguns anos, Jurgen Appelo trabalhava como supervisor em uma empresa que, na verdade, simplesmente adotava métodos ágeis.

No entanto, muitas dessas estruturas ou técnicas não especificam a função de um gestor ou líder.

Ou até mesmo deixam de descrever alguma função que tenha um resumo de tarefas comparáveis a um gestor ou líder ágil.

Por fim, a maioria dos líderes geralmente ficam chocados ao ver que muitos de seus empregos anteriores estão muito desatualizados.

 

Então é compreensível quando eles têm resistências relacionadas à introdução do Agile. Ou ainda quando tentam fortalecer sua colocação em algum ou outro método de gestão.

Um dos maiores segredos do sucesso dos sistemas Agile é o uso de grupos auto-organizados para o avanço de projetos e serviços.

Contudo, os grupos auto-organizados são complicados e complexos. Ao mesmo tempo eles são um microrganismo independente. 😊

Com a digitalização, times ágeis separados geograficamente são cada fez mais comuns hoje no mundo vuca

Com a digitalização, times ágeis separados geograficamente são cada fez mais comuns hoje no mundo vuca

Eles precisam de um percentual de controle para evitar a desordem. Mas é muito menos pressão e mais uma orientação moderada, para alcançarmos resultados benéficos.

Simplificando, esses grupos auto-organizados da Agilidade são motivados a impulsionar cada pequena atividade.

Isso em um sistema que normalmente cria melhorias mais rápidas. E muito melhores do que os sistemas de gerenciamento tradicionais.

Afirma-se que 2 pode fazer muito melhor do que um. Mas é igualmente real que 2 em equipe podem entregar mais do que 3 atuando independentemente.

 

Dessa maneira, podemos dizer que de modo geral os sistemas ágeis são sistemas dispersos. E que ocasionalmente também atuam em grupos distribuídos.

 

 

O que é a liderança no management 3.0?

 

Em suma, times ágeis são maiores do que a quantidade de seus integrantes. E isso acontece porque o valor incluído de tal sistema não se origina de uma autoridade solitária (ou seja, o chefe).

Em vez disso, eles normalmente são geridos de baixo para cima.

Os problemas que surgem são tratados prontamente em nível local. Entre eles. Em vez de primeiro irem para o chefe ou gestor, para depois provavelmente para delegar, para depois voltar para a gestão e, em seguida, voltar para o time.

 

Hendrik Kniberg define o trabalho do gestor em alinhar a liberdade. Basicamente produzindo um ambiente onde a auto-organização possa acontecer.

O SAFe (Scaled Agile Framework) também especifica a função dos líderes Lean-Agile de forma muito mais precisa.

 

Por certo, a liderança nestas situações se resume a tornar times ágeis possíveis

 

Desse modo, neste contexto a liderança é especificada como uma função. Da qual qualquer pessoa pode ser ou se tornar um líder.

A liderança pode ser descrita como um trabalho que envolve tanto gestão como administração.

Uma interpretação adicional é que os líderes têm indivíduos que os seguem. Mas eles também têm colaboradores que os beneficiam.

 

Cada pessoa pode ser um líder, por exemplo, lidando com os outros com respeito, prestar atenção aos outros antes de começar a conversar, revelando estabilidade, entre outras coisas. E da mesma forma, usando as melhores práticas e ótimos métodos no seu local de trabalho.

 

De tal forma que os outros que o segue, também podem acabar sendo líderes no futuro.

 

O que é o movimento do Management 3.0?

 

Com a digitalização, times ágeis separados geograficamente são cada fez mais comuns hoje no mundo vuca

Com a digitalização, times ágeis separados geograficamente são cada fez mais comuns hoje no mundo vuca

Jurgen define Management 3.0 como “… um movimento de inovação, liderança e gestão. Management 3.0 está redefinindo a definição de liderança com a gestão como uma responsabilidade do grupo. É trabalhar juntos para encontrar a maneira mais eficiente de uma empresa atingir seus objetivos, mantendo a felicidade dos funcionários como uma prioridade.”

 

A alegoria de Jurgen de um líder ágil como um jardineiro é muito boa.

O jardineiro cuida das plantas de seu quintal. Ele desenvolve uma cerca ao redor do quintal para protegê-los, alimenta a terra, rega as plantas, pode separar algumas plantas de outras, e muito mais.

Se ele respeitar suas plantas, elas se expandem, e também têm sucesso.

Se ele exigir que se expandam, certamente nada acontecerá, e ainda podem descolorir e ou desaparecer.

 

Management 3.0 é um termo frequentemente declarado como um tipo de gerenciamento muito mais moderno. Em contrapartida, ele tem fundamentos na origem do desenvolvimento ágil do software, e também no movimento kaizen.

Considerando que a ideia originalmente sustentada era de que os colaboradores necessitavam de seus supervisores para serem geridos, na gestão 3.0 o gerenciamento é visto como delegações de atividades.

Assim, estas atividades são delegadas para os profissionais mais próximos a elas. Especificamente para pessoas que tentam atingir os objetivos em um fluxo contínuo de trabalho.

E o que fundamenta esta abordagem é muito simples. Se esses indivíduos podem ter conexões adultas, educar seus filhos, cuidar de famílias, administrar instituições de caridade ao ar livre, possivelmente é hora de tratá-los como adultos responsáveis ​​também no ambiente de trabalho.

 

O controle do Management 3.0

 

Para que isso funcione, o controle precisa ser distribuído e expandido entre todas as partes dos times ágeis.

 

Isso é conquista quando equiparamos as pessoas no nível do time com a autoridade que lhes foi confiada. Isso com o objetivo de lidar com os problemas no minuto em que ele ou ela se desenvolvem.

Quando os participantes da equipe recebem autonomias que dispersam o controle, em vez de acumulá-lo, o fluxo de trabalho, em vez de quebrar quando o problema e os obstáculos aparecem, continua a prosperar normalmente.

Isso é o que é descrito como um sistema de “soma não zero”, baseado em confiança mútua, onde todos ganham.

Porém observe que em um sistema puramente de soma não zero, também é possível que os colaboradores percam.

Porém com o tempo, esse sistema desenvolve equipes eficazes que, por fim, tornam o líder ágil muito mais eficaz.

 

Basicamente, o Management 3.0 empodera equipes. Particularmente, ele descreve o que é pode ser o melhor caminho, pelo menos hoje, para obter um dos times mais ágeis possíveis.

 

O fundamento por trás do Management 3.0 está na redefinição da gestão, onde o gerenciamento operacional acaba sendo um dever da equipe.

Onde cada pessoa interage para localizar um dos meios mais bem-sucedidos e eficazes para um determinado serviço, ou para a empresa atingir seus objetivos.

Isso enquanto o líder se concentra no bem estar e satisfação do colaborador, que todas as pessoas parecem estar reconhecendo, em última análise, como o fator crucial para um local de trabalho eficiente.

 

Aumente a tomada de decisões em ambientes complexos

 

Não podemos gerenciar sistemas, simplesmente imaginando. Mas podemos dançar com eles!

Não podemos gerenciar sistemas, simplesmente imaginando. Mas podemos dançar com eles!

Os sistemas pensamento complexo têm se tornando um meio de lidar com a imprevisibilidade de cenários e solicitações de clientes.

 

Anualmente, muitos pesquisadores, físicos, biólogos, sociólogos e também pensadores têm realmente tentado obter conhecimentos sob a marca da Complexidade.

Melanie Mitchell, no livro Complexity: A Guided Tour, define que um sistema complexo é “um sistema que exibe hábitos emergentes não triviais, mas também auto-organizadores”.

 

É uma ideia respeitável. Principalmente quando ela menciona as ações emergentes não triviais. Simplificando, é difícil prever e regular os hábitos de um sistema complexo.

Em sistemas complexos, a imprevisibilidade de mudanças afeta nosso trabalho e podem nos surpreender com os resultados finais.

Independentemente de quão bem preparada ou profundamente compreendida seja a abordagem, não podemos evitar algumas ações imprevistas, ou resultados finais pouco claros.

 

O que podemos fazer a respeito?

 

Donella H. Meadows, na renomada publicação Thinking in Systems, mencionou que “Não podemos gerenciar sistemas, simplesmente imaginando. Mas podemos dançar com eles!

Independentemente do que a enorme massa de indivíduos está tentando fazer, em um sistema complexo, é muito melhor aprender a partir da complexidade integral, do que só tentar em dividir o sistema elementos menores.

 

O ponto crucial desta conversa é que as variações anteriores das estratégias de Gestão lidavam com uma empresa como uma construção mecânica dividida. De forma em que componentes minúsculos e compatíveis colaboravam para desenvolver o todo (por exemplo, um equipamento).

 

No entanto, a nova empresa é vista como uma construção natural, com células coletivas específicas que interagem para atingir um resultado final comum (por exemplo, um corpo).

 

Lidar com empresas como microrganismos em oposição a sistemas

 

John Young, o escritor do livro The Natural Economy, colaborou em um artigo sobre as distinções entre Organismo e Mecanismo:

 

“Pegue um microrganismo físico, e vamos chamá-lo de corpo. Ele é composto de variados componentes, cada um tendo seu próprio procedimento e todos contribuindo para o bem de todo o corpo. Agora, inicialmente, pode parecer que o corpo é basicamente como um sistema, como um carro. Porém não é assim que funciona. Isso porque de fato o microrganismo físico é um composto, enquanto o automóvel é definido por vários compostos combinados pela arte. O carro é um todo fabricado, não um todo totalmente natural.”

 

Em outras palavras, o Management 3.0 trata a empresa como se fosse um microrganismo, e não um dispositivo.

Uma vez que compreendemos o que é o problema com complexidade, podemos nos concentrar exatamente em como o Management 3.0 pode ajudar.

E é aqui que muitos gestores e líderes caem.

 

Em uma empresa padrão, com ações ordenadas, o procedimento de escolhas, muitas vezes, é bem demorado.

Esse procedimento é demorado, pois o conhecimento da escolha é sistematizado, e também especializado. Isso produz uma coleção de gargalos no processo de escolha.

Em contraste com o mercado, que é rápido.

Diariamente, o mercado exige soluções mais rápidas para os problemas. Assim como para as demandas.

Se sua capacidade de tomada de decisão é baseada na centralização e também na expertise, você certamente ficará constantemente esperando as escolhas de seu empregador ou de mais um especialista.

 

Descentralize e distribuía o conhecimento da tomada de decisão

 

O Management 3.0 aborda isso com a descentralização ou a circulação do conhecimento para as decisões diárias.

Não significa, porém, que todos possam mudar o nome do negócio, ou que podem desenvolver uma nova visão / estratégia para toda a empresa.

Indica apenas que podemos permitir que as pessoas certas, façam escolhas adequadas. No momento apropriado, com as restrições adequadas, da maneira mais rápida possível, produzindo o melhor valor para a empresa.

 

Quais são as premissas do Management 3.0

 

Essencialmente, o que o Management 3.0 costuma fazer é empoderar as equipes ágeis.

Ao contrário de equipes que esperam por informações e orientações dos seus gestores, as equipes ágeis recebem um nível de liberdade, moderada conforme o cenário, com base em suas capacidades, habilidades e também confiabilidade reconhecidas.

Ou seja, os times são organizados de acordo com as restrições dessas habilidades e qualidades. Bem como considerando a estrutura de momento exigida para os projetos e serviços.

 

Na gestão ágil com Management 3.0 os colaboradores são incentivados a se auto desenvolverem.  A criarem suas habilidades uns com os outros, em vez de sozinhos.

Consequentemente, isso ajuda a expandir o fluxo de trabalho, em vez de permanecer com o status quo. Isso se refere, ao menos parcialmente, aos objetivos da empresa também.

 

O que isto sugere é que à medida que o mundo, os negócios e a inovação evoluem, a gestão nestes ambientes de mudanças também muda.

 

Para que esse tipo de gestão funcione, o líder ágil precisa começar estabelecendo claramente as diretrizes para as tomadas de decisões.

Talvez o erro menos positivo seja deixar qualquer pessoa adivinhando em como lidar com as circunstâncias à medida que ocorrem.

 

Isso se refere diretamente a algo chamada liderança situacional, que é especificado como o local em que o líder reajusta seu projeto para se ajustar ao grau de crescimento dos colaboradores em sua equipe.

O líder tem que sempre transformar seu estilo para se ajustar àqueles que lidera, ao invés do contrário.

 

Os 7 níveis de autoridade

 

um modelo de liderança "bala de prata".

um modelo de liderança “bala de prata”.
Na prática, há ocasiões diferentes para estilos de lideranças diferentes.

O objetivo da gestão situacional é delegar a autoridade para cada situação, em cada projeto ou serviço.

Embora isso raramente aconteça para cada cenário na prática, este deve ser o objetivo geral na gestão 3.0.

A realocação dessas direções traz consigo a sabedora da realidade de que confiar a autoridade exige muito menos esforço do que fazer todas as decisões de forma centralizada.

 

Ao permitir que os indivíduos entendam de antemão o que é esperado deles, eles têm a capacidade de tomarem decisões onde for adequado. Bem como podem optar por encaminhar uma decisão ao seu líder quando for apropriado desta forma.

 

Disto realmente ocorreu algo chamada Teoria da Autoridade Situacional, da qual realmente emergiram os Sete Níveis de Autoridade:

 

  1. Informar: simplesmente decida e informe a cada pessoa o que fazer. Você é o gestor.
  2. Mercado: você ainda decide, mas depois disso você tenta manter a equipe ao seu lado, “vendendo” a ideia para eles. Deixe-os entender o que encorajou a sua escolha.
  3. Peça conselhos: peça a opinião de colaboradores que você gerencia. Tome sua decisão depois de pedir conselhos a eles.
  4. Concordar: solicitar contribuições e conversas dos funcionários, bem como buscar um acordo. Dê às vozes e peso equivalente à sua própria voz.
  5. Recomendar: Dê orientação aos membros da equipe. Mas deixe a escolha sobre o que fazer com suas sugestões em relação a eles.
  6. Informe-se: Deixe a decisão para a sua equipe, e também peça para ser informado. Você também pode querer perguntar como eles chegaram à alguma desição.
  7. Delegue: Você incumbe a equipe da responsabilidade total de um determinado assunto. Deixando tudo por conta da equipe. Sem precisar de nenhum tipo de detalhe ou atualização em suas escolhas.

 

Esta última etapa (Delegação) é o melhor objetivo do Agile Management 3.0.

 

Qual é a função dos ‘gestores’ no Management 3.0?

 

Se você é um gerente que analisa esta mensagem hoje, não se preocupe! -)

Management 3.0 não é um movimento para balançar as bandeiras #NoManagers ou “Fod@-se todos os gerentes”.

Management 3.0 não é um tipo variado visão ideológica.

Nem exige que o líder ou gestor atue como um Scrum Master.

Apesar que a metodologia ágil com Scrum pode acelerar ainda mais a performance de suas equipes.

 

Porém, a delegação (última etapa da Teoria da Autoridade Situacional) depende da proficiência total da equipe. Além da consciência do efeito de que estas decisões podem acarretar a saúde e o bem-estar dos times, bem como nos lucros da empresa.

 

No entanto, você não pode esperar que uma nova equipe tenha um bom desempenho quando tudo se encaixa pela primeira vez.

Logo eles podem não se conhecer. Podem não conhecer as diferentes personalidades e o estilo de trabalho de cada um.

Desse modo, formar uma equipe de verdade pode levar tempo. E os membros geralmente passam por estágios reconhecíveis à medida que mudam de um bando de estranhos para um grupo unido.

 

Claramente, esse objetivo supremo do “auto-gerenciamento” não pode ser alcançado em todas as empresas, assim como não pode ser alcançado instantaneamente com uma equipe totalmente nova.

É um processo, um investimento financeiro.

 

Transmitir esta autoridade, embora acarrete perigos específicos, muito parecido com quando você coloca seu dinheiro direto no mercado de ações, é um investimento financeiro que, quando realizado de forma inteligente e completa, pode trazer retornos extremamente grandes. Especialmente se você construir uma equipe totalmente autodirigida.

 

Desse modo, o Management 3.0 é um método prático para transformar o papel do gerente em um capacitador de conhecimento coletivo para a tomada de decisões.

 

O gestor e o ambiente:

 

O Manager 3.0 cultiva um bom ambiente para ajudar as pessoas, e também as equipes a fazerem uso do melhor conhecimento possível para a tomada de decisões.

É muito importante ver que Management 3.0 tem a ver com atitude, não apenas com framework.

Obviamente, ter uma estrutura muito mais versátil e também orgânica irá certamente cultivar um processo de tomada de decisão muito mais descentralizado. E com isso, sua empresa certamente fornecerá soluções mais rápidas para o mercado.

É possível colocar os princípios 3.0 em prática também em empresas hierárquicas.

Podemos adotar as atitudes 3.0, independentemente do modelo de um negócio.

Nesse sentido, o gerente desempenha uma das funções vitais na promoção dessa mentalidade mais ágil. Jurgen nos informa que o objetivo de um gestor deveria ser:

“… melhorar o sistema, não as regras, nem as pessoas. Quando você define as restrições certas, as regras e as pessoas cuidarão de si mesmas”.

 

Recapitulando os frameworks, pensamentos e atitudes da abordagem da gestão 3.0

 

Para resumir a ideia do Management 3.0, Jurgen traçou um quadro com um mostro chamado Martie.

6 visões do Management 3.0: Alinhar as restrições, Desenvolver as competências, Crescer a estrutura, Pensamento complexo, Gestão e Liderança, Energizar as pessoas, Empoderar as equipes, Melhorar Tudo.

6 visões do Management 3.0: Alinhar as restrições, Desenvolver as competências, Crescer a estrutura, Pensamento complexo, Gestão e Liderança, Energizar as pessoas, Empoderar as equipes, Melhorar Tudo.

 

Esta imagem mostra as 6 visões do Management 3.0.

Cada visão representa uma dificuldade vital para superarmos no desenvolvimento de uma atmosfera de trabalho muito melhor.

Porém, não é uma técnica ou um conjunto de ações para abraçar a mentalidade do Management 3.0.

Essas visões representam vários pontos de vista sobre o mesmo assunto. Pense em um problema, como alta rotatividade dos membros da equipe. Possivelmente, para resolver esse tipo de cenário, haja em efeito dominó em:

 

– Como os indivíduos apaixonados realmente se sentem?

– Quão empoderado o time está?

– Quão específicas são as restrições para direcionar grandes decisões?

– Como os indivíduos podem descobrir e estabelecer habilidades totalmente novas?

– Quão vibrante é fluxo de trabalho? Exatamente, o quão simples é escalonar comportamentos sobre o fluxo de trabalho? O quão eficaz é a interação e parceria entre as equipes e suas funções?

– Quão confiável é a sociedade de melhoria contínua?

 

Não é necessário agir em todas essas visões para iniciar os novos hábitos 3.0.

 

É possível utilizar qualquer um dos pontos de vistas conforme a necessidade.

 

Quem pode se beneficiar com o Management 3.0?

 

Para o proprietário de uma empresa, provavelmente não há absolutamente nada mais útil do que equipes autodirigidas.

Mesmo que possa levar anos para criar essas equipes, o retorno é enorme.

Não só tornar a empresa muito mais lucrativa com ideias muito melhores, e menos preocupações sobre a garantia de qualidade.

Mas equipes auto-organizadas realizam entregas mais rápidas e constantemente.

 

Para os gestores, a criação de uma equipe autodirigida também tem uma vantagem real.

Conforme discutido acima, as técnicas do Management 3.0 produzem equipes eficazes. Que por consequência, aumenta o poder do gestor.

Explicar o valor desse poder ampliado para o gerente é fácil. O aumento do poder aqui é o aumento do valor entregue.

Quando o poder de um gestor aumenta, seu valor para a empresa também aumenta. Isso implica aumento de salários e vantagens, ainda mais férias (remuneradas), organização mais livre e, provavelmente, várias outras vantagens.

 

Para o colaborador, as vantagens são extremamente comparáveis ​​às vantagens do seu gestor. pois quando o poder da equipe (ou seja, o valor para a empresa) aumenta, normalmente eles ganham ainda mais e têm vantagens extras.

Certamente seria prejudicial para a empresa não fazer tudo o que fosse possível para manter satisfeitos os integrantes de uma equipe fantástica (veja quantas coisas agradáveis ​​o Google oferece em suas sedes!).

 

Management 3.0 é inovador. Mas mais do que isso, ele funciona! E não é necessário ser um líder de carteira assinada. A liderança aqui é exercida pela situação apresentada, e não pelo cargo apenas.

 

Os benefícios do Management 3.0.

 

Há muitas vantagens da qual empresas e equipes podem aproveitar. Ele é uma modelo adaptável por várias empresas em todo o mundo.

Aqui estão algumas razões convincentes do porquê você também deveria começar a adotar:

 

Ele tira o máximo da força de trabalho.

 

Ao oferecer aos times liberdade extra, o Management 3.0 permite que os colaboradores tirem proveito de seu conjunto de habilidades, bem como de experiência extra.

A velha técnica de gestão de cima para baixo depende constantemente do raciocínio de 1 ou 2 indivíduos somente. Enquanto que o Management 3.0 valoriza a contribuição de cada pessoa na equipe.

O empoderamento é um dos pilares fundamentais para que as equipes possam conquistar a "Auto-Organização" tão desejada em times ágeis

 

Isso sugere que qualquer tipo de problema pode ser resolvido mais rapidamente, considerando que ainda mais mentes estão trabalhando em uma solução.

Temos exatamente o mesmo ponto quando se trata de conclusão de trabalhos.

Quanto mais cabeças colaborando em um projeto, temos muito menos erros. E assim conquistamos resultados mais sólidos do que teríamos de outras maneiras.

 

Ele empodera os membros da equipe e produz um ótimo ambiente de trabalho.

 

Quem não deseja operar em uma área onde a contribuição de alguém vale a pena?

O Management 3.0 oferece aos trabalhadores um sentimento muito maior e considerável de auto-respeito em relação ao seu valor para o negócio.

Pois desempenham uma função muito mais enérgica no seu desenvolvimento e promoção.

 

Dessa forma isso também resultará em menos turnovers, e a empresa está em melhor posição para manter e atrair talentos.

O excelente ambiente de trabalho promovido pelo Management 3.0 resulta em menos disputas entre os colaboradores.

E menos batalhas entre grupos. Ou seja, mais uma vez fatores vitais para o desempenho de uma empresa, para a relação custo-benefício e para a capacidade de concluir trabalhos e objetivos.

 

Ajuda grupos e equipes a se tornarem mais poderosos e a lidarem melhor uns com os outros.

 

Considerando que Management 3.0 é tudo sobre desenvolvimento de times, bem como sinergia, podemos concluir que as equipes serão capazes de performarem melhor juntas.

Há ainda mais harmonia e também trabalho em equipe no grupo. O  que indica que as tarefas serão concluídas muito mais rápido.

Além do resultado ser dramaticamente melhor. Em empresas maiores, onde grandes times precisam se aceitar, a visão do Management 3.0 possibilita um melhor entendimento, e também conexão entre grupos e equipes, gerando um aumento de desempenho e também de ganhos.

 

É vital para empresas ágeis.

 

O método ágil realmente se confirmou como um dos métodos mais confiáveis ​​que uma empresa ou marca pode usar para expandir e criar seus produtos.

O Management 3.0 ajuda as empresas a reconhecer seus objetivos ágeis. E também é essencial para manter a destreza da empresa declarada.

 

Ele prove um desenvolvimento organizacional muito mais rápido.

 

Toda a proposta do Management 3.0 é aquela que promove uma taxa muito mais rápida de crescimento, inovação e desenvolvimento.

Isso normalmente leva a uma melhor relação custo-benefício, além de melhoria na produtividade.

Especialmente quando você o posiciona próximo às versões de gerenciamento convencionais onde o status costuma ser cultura predominante. Em cenários como este, o Management 3.0 brilha e garante melhorias que seriam inviáveis ​​fazendo uso da antiga atitude de gerenciamento mais tradicional.

 

O management 3.0 prove as ferramentas adequadas.

 

Como os times têm muito mais liberdade, eles também podem selecionar as ferramentas de que precisam para realizar suas tarefas da melhor maneira.

Em vez de contar com algo que um executivo ou gestor seleciona autoritariamente, são os próprios indivíduos que atualmente têm o poder de determinar quais ferramentas eles gostariam de usar.

Assim, como eles são considerados aqueles que certamente farão o trabalho em si, eles costumam estar em posições únicas para reconhecer as ferramentas mais adequadas. E de que certamente necessitarão.

 

As diversas funções do management 3.0 se ajustam a ambientes de muitas mudanças, a ambientes gerenciais, bem como a organizações empresariais.

Basicamente, ele é ajustável e flexível. Este modelo de gestão promove a mudança naturalmente.

Além disso, o sistema colaborativo combina bem com equipes dinâmicas. Permitindo que o grupo colabore muito melhor entre si, além de gerenciar vários outros grupos com os quais eles precisam se associar.

 

Resumindo.

 

Management 3.0 está redefinindo o significado de gerenciamento com auto responsabilidade das equipes.

Tem a ver com interagir para localizar um dos meios mais eficazes para uma organização atingir seus objetivos. Isso mantendo a alegria dos funcionários como prioridade.

O Management 3.0 é uma inovação no gerenciamento do mundo todo, que conta com incontáveis ​​gestores de projetos/serviços, gerência média, CEOs, e proprietários de empresas.

Desenvolvendo soluções em conjunto.

E até fazendo uso de games para motivar as respostas dos trabalhadores, bem como a cooperação do grupo.

 

Nós acreditamos que a gestão não é apenas obrigação do gerente/líder. Mas sim um trabalho de cada profissional!

 

Dessa maneira, a liderança busca o objetivo de expandir e mudar de empresa, que deveriam ser excelentes locais para se trabalhar.

Enquanto a liderança também se preocupa em ter funcionários engajados. Porque, quando isso acontece, os resultados finais são melhores, e o trabalho é valorizado.

 


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